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Alessandro Molon, deputado federal (PT-RJ), participou do Poder e Política, programa da Folha e do UOL conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues. A gravação aconteceu em 18.set.2013 no estúdio do Grupo Folha em Brasília. Narração de abertura: Alessandro Molon tem quarenta e um anos. É bacharel em Certo na PUC do Rio e mestre em história pela Universidade Federal Fluminense. No começo da carreira, Alessandro Molon foi professor de história em escolas municipais do Rio e radialista da Rádio Catedral.


Em 2002, aos 30 anos, elegeu-se deputado estadual pelo PT. Em 2006, foi reeleito com a superior votação entre os petistas. Alessandro Molon disputou a prefeitura do Rio em 2008. Ficou em 5º local. No 2o turno, recusou-se a apoiar Eduardo Paes, que acabou vencendo a eleição com o suporte do PT. Em 2010, Molon elegeu-se deputado federal.

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É relator do projeto de Marco Civil da Internet. Folha/UOL: Olá internauta. Bem-vindo a mais um "Poder e Política - Entrevista". Este programa é uma realização do jornal Folha de S.Paulo e do portal UOL. A gravação é consumada neste local no estúdio do Grupo Folha, em Brasília. O entrevistado dessa edição do Poder e Política é o deputado federal Alessandro Molon, do PT do Rio de Janeiro.


Folha/UOL: Deputado, muito obrigado por sua presença neste local no estúdio do Grupo Folha. Eu início perguntando: O sr. é relator do projeto denominado como Marco Civil da Web. Teve uma reunião recente com a presidente da República, Dilma Rousseff. O que foi falado e o que a presidente pediu pro sr. a respeito do Marco Civil? Alessandro Molon: Fernando, em primeiro lugar eu queria cumprimentá-lo, agradecer o convite, contar que eu estou honrado por encontrar-se por aqui e cumprimentar todos os internautas que nos acompanham bem como. E expressar que foi uma reunião incrível já que a presidenta pediu uma reunião para tratar dos fatos do Marco Civil.


O projeto é de autoria dela. Foi enviado para a Câmara dos Deputados em 2011. Lá na Câmara dos Deputados foi formada uma comissão especial como manda o regimento interno. O projeto do Marco Civil está há cerca de 2 anos pela Câmara pronto, neste momento há algum tempo, para ser votado. Não fosse este capítulo de espionagem norte-americana no Brasil, esse empurrão neste momento não teria acontecido? Olha, Fernando. Depois de um ano aguardando a votação do projeto, eu lamento ter que apoiar que talvez a votação do Marco Civil fosse ainda mais adiada se não fosse esse escândalo. O projeto prontamente está pronto para ser votado há um ano. Há um ano eu venho pedindo pra que a Câmara vote o projeto. São mais de 100 milhões de internautas no Brasil que estão desprotegidos já que nós não temos uma lei que os proteja. O Marco Civil é essa lei e, não obstante, nós fizemos 6 tentativas de votação, todas elas frustradas.


Duas na comissão especial e 4 no plenário. Felizmente, a Câmara agora vai ter que votar o projeto infelizmente após um escândalo como esse. Mas sem demora, com a emergência constitucional, se a Câmara não votar, a pauta fica trancada. É claro que solicitar a emergência constitucional para um projeto gera a toda a hora uma tensão entre o Poder Executivo e o Poder Legislativo, visto que significa o Poder Executivo, no limite, trancar a pauta da Câmara.


Todavia, lamentavelmente, se fez fundamental. Foi divulgado uma detalhes de que o Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff, desejaria que organizações de Web que oferecem serviços aos seus clientes brasileiros armazenassem cópia dos fatos todos no Brasil fisicamente. É real este pedido? Como ele poderá ser incluído na lei e é exequível? Prazeroso, é real esse pedido.


Quer dizer, essa é uma aflição da presidenta, é uma proposta dela depois de este escândalo de espionagem. Ela verdadeiramente pediu isto. Os técnicos que trabalham com a gente e assim como nos ministérios estão estudando a melhor maneira de acrescentar isto no Marco Civil e pensando quais são os prós e os contras dessa decisão.

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